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https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/28811Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Ferraz, Roberta Tinoco Pinto | |
| dc.contributor.advisor1 | Barição, Hemir | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7217783124381114 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2022-10-11T11:48:37Z | - |
| dc.date.available | 2022-10-11T11:48:37Z | - |
| dc.date.issued | 2011-08-19 | |
| dc.identifier.citation | Ferraz, Roberta Tinoco Pinto. Implicações do não saber brincar para a constituição subjetiva de uma criança. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Econômicas) - Faculdade de Economia, Administração, Contábeis e Atuariais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2011. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/28811 | - |
| dc.description.resumo | Pretendo, no trabalho a ser realizado, efetuar algumas reflexões em torno da importância do brincar para a constituição da subjetividade de uma criança, para assim, pensar aprofundadamente nas implicações do não saber brincar em sua vida. Para tanto, recorro principalmente ao embasamento teórico winnicottiano, que nos traz a dimensão elaborativa do eu e da criação do viver a partir da experiência transicional do brincar. Baseio-me na psicanálise, pensando que a elaboração do conceito do brincar começou com Freud (1996 [1920]), a partir do for-da (jogo do carretel) em sua obra Além do principio do prazer. No entanto, tal abordagem é explorada por Winnicott e a partir de então seus trabalhos passam a incluir, além do brinquedo e do brincar, temas considerados complexos para muitos pesquisadores, como a questão da variável cultural e seu peso nos processos internos do indivíduo. Isto é, Winnicott concede ao brincar uma vastíssima dimensão no domínio humano, ao entendê-la enquanto uma atividade de interação social produzida em um espaço entre o “eu‟ e o „outro”, entre homem e cultura. Entretanto, procuro principalmente, colocar em pauta alguns apontamentos sobre o lugar do brincar na constituição da subjetividade, considerando que o brincar é, além de uma busca de prazer, uma forma de lidar com a angústia, uma necessidade para o desenvolvimento de uma personalidade sadia que proporciona uma abordagem criativa de si e do mundo, pois é a partir do brincar que a criança revela a busca de autonomia e encontra consigo mesma a sua própria produtividade. Para realização deste projeto primeiramente desenvolvo as mudanças ocorridas ao longo dos tempos em relação à concepção de infância até chegar a criança de hoje; 6 logo após esclareço a idéia de brincar desenvolvida no decorrer do trabalho; depois parto para o estudo da relação inicial e primordial mãe-bebê, uma vez que este vínculo afetivo está estritamente relacionado com o brincar, notando-se assim, que o brincar tem uma história, uma origem, que começa a se desenvolver nas primeiras relações entre a mãe e seu filho, em que é ressaltada a importância da criança em ser vista, reconhecida e respeitada em sua própria singularidade. Tal fato é de suma importância no recorrer de meu estudo, pois já que o brincar depende das experiências vivenciais primitivas de cada indivíduo, o não saber brincar terá conseqüências na vida futura deste ser, principalmente por existir uma evolução direta dos fenômenos transicionais para o brincar, do brincar para o brincar compartilhado e deste para as experiências culturais. Mostrando que, o brincar tem uma sofisticação no sentido de criar condições, de se aprender a transformar e usar objetos do mundo para nele realizar-se e inscrever os próprios gestos, sem perder contato com a própria subjetividade. Além disso, as novas tecnologias e seus efeitos nas novas gerações e em suas maneiras de brincarem constituem outro objeto de reflexão no presente trabalho. Contudo, esse trabalho propõe-se a fazer com que o leitor compreenda melhor a relação da experiência lúdica com o processo de formação das crianças no sentido de garantia de sua autonomia social, sua espontaneidade e participação coletiva na produtividade. Relação esta que pode ser considerada origem de todas as atividades sócio-criativo-culturais | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Economia, Administração, Contábeis e Atuariais | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC-SP | pt_BR |
| dc.publisher.program | Graduação em Ciências Econômicas | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Brincar | pt_BR |
| dc.subject | Criatividade | pt_BR |
| dc.subject | Espaço potencial | pt_BR |
| dc.subject | Relação mãe- bebê | pt_BR |
| dc.subject | Elaboração | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA | pt_BR |
| dc.title | Implicações do não saber brincar para a constituição subjetiva de uma criança | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Roberta Tinoco Pinto Ferraz - TCC.pdf | 371,55 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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