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https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/44900Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Mingues, Giovanna Ribeiro | |
| dc.contributor.advisor1 | Melo, Fabíola Freire Saraiva de | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7496454032275059 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-07-08T17:44:54Z | - |
| dc.date.available | 2025-07-08T17:44:54Z | - |
| dc.date.issued | 2025-06-20 | |
| dc.identifier.citation | Mingues, Giovanna Ribeiro. Amar não é destino, é trajetória: as mulheres e as novas possibilidades de amor. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) - Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/44900 | - |
| dc.description.resumo | Este trabalho propõe uma análise crítica do amor romântico enquanto constructo social e seus impactos na emancipação feminina. A partir do conceito de dispositivo amoroso e da metáfora da prateleira do amor, propostos por Valeska Zanello, bem como de referências teóricas feministas, com autoras como Simone de Beauvoir, Silvia Federici e Judith Butler, este estudo investiga como o amor romântico, culturalmente enraizado em uma lógica patriarcal capitalista, desempenha um papel centralizador e identitário nas mulheres, contribuindo na manutenção de uma concepção idealizada acerca do amor, bem como na legitimação e perpetuação de relações conjugais violentas. Sendo fonte expressiva da desigualdade de gênero, o amor romântico opera como um projeto de controle dos corpos e desejos femininos, ao passo que atua como o fator de maior desempoderamento das mulheres e o maior fator de empoderamento dos homens. A partir dessa leitura e sob uma abordagem feminista e genderizada, a primeira parte da pesquisa busca analisar o impacto deste constructo na saúde emocional e psicológica das mulheres, reconhecendo-o enquanto uma noção colonizada de afeto que traz impactos sobre a saúde mental das mulheres e dificulta a emancipação feminina. Em contraponto à crítica, a segunda parte propõe a desconstrução do amor romântico e a reconstrução do amor enquanto prática ética, política e coletiva. Apoiado nas contribuições de autoras como bell hooks, Geni Núñez e Ingrid Gerolimich, o trabalho se direciona na reivindicação por um amor construído no cuidado cotidiano, na responsabilidade mútua e na liberdade de ser. A crítica ao amor romântico não se reduz à denúncia, mas aponta para caminhos de reconstrução afetiva e redirecionamento ao ato de amar verdadeiramente, ampliando as possibilidades de amores a serem vivenciados | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC-SP | pt_BR |
| dc.publisher.program | Graduação em Psicologia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Amor romântico | pt_BR |
| dc.subject | Emancipação feminina | pt_BR |
| dc.subject | Gênero | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA | pt_BR |
| dc.title | Amar não é destino, é trajetória: as mulheres e as novas possibilidades de amor | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| TCC Amar nao e destino_Fabiola Freire Sarai.pdf | 494,71 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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