REPOSITORIO PUCSP Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorVideira, Beatriz Espindola
dc.contributor.advisor1Melo, Fabíola Freire Saraiva de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7496454032275059pt_BR
dc.date.accessioned2025-12-11T18:39:03Z-
dc.date.available2025-12-11T18:39:03Z-
dc.date.issued2025-11-14
dc.identifier.citationVideira, Beatriz Espindola. Narrar para existir: uma aproximação entre Hannah Arendt e a escrevivência de Conceição Evaristo. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) - Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/45784-
dc.description.resumoEste ensaio teórico, fundamentado na fenomenologia-existencial, investigou de modo sensível e político a importância da narrativa compreender como vidas se inscrevem e resistem no mundo pela palavra, a partir do diálogo entre o conceito de Escrevivência de Conceição Evaristo e o de ação e narrativa de Hannah Arendt, pensando a partir disso contribuições para prática psicológica. Adotou-se a interseccionalidade, fundamentada na epistemologia feminista negra, como lente analítica para dar relevância a vozes historicamente silenciadas e questionar a perspectiva etnocêntrica. Para Arendt, a narrativa é o que preserva o passado do esquecimento e permite a reconstrução do futuro. Essa perspectiva dialoga com a proposta de Escrevivência, que se manifesta como um ato político de resgate e valorização da ancestralidade africana, onde a escrita do “eu” se amplia para abarcar a história de uma coletividade. A análise evidenciou que a escrita é um ato de desvelamento de sentido e pode ser uma prática terapêutica. Ao contrário da neutralidade hegemônica, a Escrevivência e a narrativa, ao valorizarem o particular e o vivido, tornam-se ferramentas essenciais para a humanização e o acolhimento psíquico. Desse modo, a articulação entre as autoras fortalece a prática psicológica, podendo oferecer manejo para nossas práticas ao reconhecermos a narração como um ato de liberdade e um modo de garantir pertencimento, assim como de inspiração e reformulações metodológicas mais contextualizadaspt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Humanas e da Saúdept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsPUC-SPpt_BR
dc.publisher.programGraduação em Psicologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEscrevivênciapt_BR
dc.subjectNarrativapt_BR
dc.subjectAçãopt_BR
dc.subjectTestemunhopt_BR
dc.subjectEscritapt_BR
dc.subjectConceição Evaristopt_BR
dc.subjectHannah Arendtpt_BR
dc.subjectPsicologia fenomenológicapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.titleNarrar para existir: uma aproximação entre Hannah Arendt e a escrevivência de Conceição Evaristopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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